Quanta solidão um chão é capaz de suportar? Não sou capaz de imaginar. Nos dias claros pessoas caminham sobre ele, algumas com pressa para encontrar um amor distante, outras, vão em busca de sustento para seus lares, no entanto, cada qual com seu propósito. E quando cai a noite, o chão está só, com a lua de companhia e a brisa que chega assobiando promessas.
Eu, por outro lado, me vejo perambulando, só, pela cidade, olhando para o céu ainda claro, tentando encontrar quaisquer razões para seguir em frente. Em meio as cores frias que colorem a cidade em tons claros, estou sentada em um banco com vista para a imensidão verde que paira sobre esse mágico lugar que parece ter vida própria.
Me vejo rodeada de amantes que se olham, se abraçam, se beijam e se amam, fazendo com que o amor pareça florescer novamente em meu pobre coração.
Quanto amor um coração é capaz de suportar? Dentro do coração de um poeta, cabe o mundo das palavras, das dores e amores.
Avisto de longe um menino de sorriso largo e ainda muito jovem, carregando um pequeno rádio em seu ombro, uma melodia esplêndida saía de dentro dele, Bach, Cantata BWV 156, uma canção como essa não sai de uma alma que não exala música, quanto mais ele se aproximava, mais preenchia meu coração de alegria, e a cidade parecia ainda mais viva.
A música desperta sensações prazerosas por todo o corpo, trazendo lembranças ou idealizando momentos. Uma doce canção pode despertar o amor no mais desesperançoso coração, abrindo caminhos de cores e amores por entre as mazelas escuras da alma, fazendo com que dias nublados também sejam deliciados com o mesmo fervor dos dias claros.
Nem todo o amor vem da forma como imaginamos, não há regras para amar ou encontrar um novo amor, ele pode estar sentado em um banco de praça, ou estar em uma música, que invade os nossos ouvidos e nos enche de graça.
Quanto amor um coração é capaz de suportar? Dentro do coração de um poeta, cabe o mundo das palavras, das dores e amores.
Avisto de longe um menino de sorriso largo e ainda muito jovem, carregando um pequeno rádio em seu ombro, uma melodia esplêndida saía de dentro dele, Bach, Cantata BWV 156, uma canção como essa não sai de uma alma que não exala música, quanto mais ele se aproximava, mais preenchia meu coração de alegria, e a cidade parecia ainda mais viva.
A música desperta sensações prazerosas por todo o corpo, trazendo lembranças ou idealizando momentos. Uma doce canção pode despertar o amor no mais desesperançoso coração, abrindo caminhos de cores e amores por entre as mazelas escuras da alma, fazendo com que dias nublados também sejam deliciados com o mesmo fervor dos dias claros.
Nem todo o amor vem da forma como imaginamos, não há regras para amar ou encontrar um novo amor, ele pode estar sentado em um banco de praça, ou estar em uma música, que invade os nossos ouvidos e nos enche de graça.
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| Cores Frias | Fonte Imagem: Gambiarra Literária |

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