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O Adeus de Um Poeta


Vivo num constante vazio
Na penumbra grotesca
No ar que chega
Levando um suspiro de adeus

Nada mais é como antes
Não tem flores nem fontes
Neste bosque sombrio
Que só tem o suspiro, de um poeta vazio

Aqui sentada, não vejo lados
Que me conduzem à seus afagos
Vejo apenas a inocência
De minha mente enfraquecida

Olho para o luar
Escuto lobos uivando
Sinto a brisa cortante
Nada mais será como antes...

O Adeus de Um Poeta | Fonte Imagem: Freepik

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